Além de reduzir fraudes, documento agiliza processos internos, facilita arquivamento e melhora controle de dados de saúde ocupacional
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O atestado médico digital vem se consolidando como uma das principais tendências na área da saúde e na gestão de recursos humanos. Emitido por profissionais habilitados em plataformas eletrônicas seguras, o documento possui validade jurídica e substitui a versão em papel, permitindo que o paciente envie a comprovação de afastamento de forma rápida e sem necessidade de deslocamento.
Clínicas, hospitais e serviços de telemedicina já adotam o modelo, que utiliza assinatura eletrônica certificada e pode ser compartilhado diretamente com empresas e planos de saúde. Além de reduzir fraudes, o atestado digital agiliza processos internos, facilita o arquivamento e melhora o controle de dados de saúde ocupacional.
Estudos apontam que a digitalização fortalece a transparência e amplia o acesso, especialmente em situações em que o paciente não pode comparecer presencialmente. O avanço tecnológico, porém, ainda exige padronização entre instituições e maior conscientização sobre sua validade legal.
Não existe ainda uma lei federal específica ao uso do atestado digital, mas leis que regulam assinaturas eletrônicas e documentos de saúde validam atestados digitais – desde que assinados com certificados digitais qualificados (ICP-Brasil), o que dá credibilidade e força jurídica ao documento. Plataformas oficiais, como as apoiadas pelo CFM, reforçam essa credibilidade na prática.
*Artigo publicado no impresso Jornal TRIBUNA da Cidade – Edi. 202 - fevereiro 2026 .
