Espaço Aberto SOCIEDADE
O Espaço Aberto SOCIEDADE foi reativado devido a pedidos de inúmeros leitores que sentiram falta dessas publicações e que vislumbraram lembranças preciosas de histórias e fatos nele relatados.
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Quando perdas sinalizam a dimensão da ausência
Embora, como cristãos, reconheçamos os propósitos de Deus, diante da perda é inevitável que surjam questionamentos: por que isso aconteceu? Por que agora? Por que aquela pessoa? São perguntas que muitas vezes permanecem sem respostas, especialmente quando a partida alcança pessoas que fizeram parte da nossa história, da nossa convivência e da trajetória da cidade.
Para nós, que integramos o grupo cada vez mais raro dos periódicos impressos, não é fácil escrever sobre perdas e sobre uma dor que muitas vezes não conseguimos expressar. Ainda assim, entendemos que também é papel de um jornal registrar aquilo que o tempo não pode apagar: pessoas que marcaram a vida da cidade, participaram de sua história e deixaram familiares, amigos, ensinamentos e legados que permanecem na memória da comunidade.
Há mais de três décadas, acompanhamos a vida de nossa cidade, conhecendo famílias, gerações e histórias que ajudaram a construir sua identidade. Por isso, algumas perdas nos tocam de maneira especialmente profunda, não apenas pela ausência deixada nos lares, mas pelo significado que essas pessoas tiveram para a comunidade.
A morte encerra uma presença, mas não necessariamente uma história. Ela permanece nas famílias, nas amizades, nos exemplos e em tudo aquilo que foi construído ao longo da vida.
É com respeito, carinho e solidariedade às famílias enlutadas que registramos algumas das perdas que marcaram os últimos dias de nossa comunidade: José Luiz de Oliveira Pinto (14/07), Maria de Fátima de Moraes (30/07), Maria Lucia Alexandre (22/08), Terezinha Floriano de Morais Cunha (29/08) – mãe do vereador Weelington Cunha, Vanda Pigatti (04/09) e Laíde Gato (04/09).
A todas as famílias, nossos sentimentos e nossa solidariedade. Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conforte os corações daqueles que enfrentam a dor da separação e transforme, com o tempo, a saudade em memória afetuosa e agradecida por tudo aquilo que essas pessoas representaram e deixaram.
*Coluna publicada no impresso Jornal TRIBUNA da Cidade – Edi. 208 - setembro 2026


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